Paysandu Sport Club 
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23 de Setembro de 2020

Presidente Ricardo Gluck Paul é convidado a integrar quadro de professores da CBF

Principal curso da Confederação Brasileira de Futebol, a CBF Academy passará a ter um representante do Paysandu Sport Club em seu quadro de professores. O presidente bicolor Ricardo Gluck Paul vai ocupar uma cadeira na área de Planejamento Estratégico da entidade máxima do futebol nacional. O dirigente já vai atender sua primeira classe nesta quinta-feira (24), com a turma de Gestão do Futebol.

Com o objetivo de qualificar profissionais que atuam ou desejam atuar no futebol brasileiro, a CBF Academy oferece um curso atualizado cientificamente alicerçado em bases de natureza ética e científica, para produzir e disseminar conhecimento, tecnologia e know-how do futebol brasileiro, além de contribuir com o seu desenvolvimento técnico e social, através da qualificação acadêmica de profissionais. “A partir de agora temos um representante do Norte na elite da docência esportiva no que diz respeito a formação de gestores de futebol. O trabalho desenvolvido no clube como um todo está sendo reconhecido pela entidade que organiza o futebol no Brasil”, afirmou Ricardo Gluck Paul.

De acordo com o presidente, planejamento estratégico significa pensar a longo prazo. “Já temos essa cultura implantada no clube e servimos de espelho para outros clubes também. O Paysandu tem muitas ações que pouca gente conhece, porque são ações de gestão. A cultura do futebol brasileiro é título, ou seja, curto prazo, ninguém está interessado se você está fazendo alguma coisa agora que vai fazer sentido daqui a dois anos. Todo mundo quer ser campeão hoje, mas o planejamento estratégico traz uma visão diferente, fala um pouco sobre futuro, sobre médio e longo prazo”, detalhou.

O presidente bicolor explica que em janeiro de 2019, o clube implantou um projeto chamado DNA do futebol, para construir o perfil e o modelo de jogo do Paysandu. “Esse ano nós fizemos só 17 contratações. É um número absurdamente baixo com relação a média de antes, que era de 35, 40 atletas por ano. O Paysandu hoje é o terceiro clube do Brasil que mais tem jogadores titulares remanescentes da temporada passada. Só estamos atrás de Flamengo-RJ e Fortaleza-CE. A gente está tentando construir uma cultura, um círculo virtuoso de futebol de médio e longo prazo. Isso tudo são tijolinhos que vamos colocando para construir uma plataforma de gestão vencedora”, acrescentou.

Trabalho a longo prazo é a filosofia implantada pela atual diretoria no Paysandu 

Ricardo Gluck Paul também lembrou que as obras do CT continuam em plena pandemia. “Quem faz isso não está preocupado com o agora, está preocupado com o futuro. Isso também é planejamento. Nesse momento crítico, de tamanha dificuldade financeira, o clube continua empenhado na missão de entregar o Centro de Treinamento. O Paysandu recebeu, em 2015, mais de R$ 4 milhões do Esporte Interativo e não fez o CT. O clube gastou 80% desses recursos com o hoje, com o time de futebol da época e não subiu. Normalmente quando um gestor assume um clube, ele pensa ‘eu vou ser campeão, eu vou ser o melhor nesses dois anos’. Ele não pensa que para o clube é melhor olhar para algo a longo prazo, sustentável, que dê suporte para a instituição crescer de forma sustentável. E ele não pensa assim para não deixar que o seu sucessor colha esses frutos. Eu hoje estou como presidente, mas faço tudo voltado para o clube. É assim que o gestor tem de pensar”, ressaltou.

Por fim, o dirigente revelou ainda que a diretoria investiu R$ 2 milhões em rescisões contratuais. “O Paysandu tinha 220 funcionários e hoje tem 65. Essa conta custou R$ 2 milhões em dois anos. As pessoas podem pensar que esse dinheiro poderia ser usado no futebol, para ser campeão, mas a partir de 2021, o Paysandu passa a ter uma economia de folha, em razão desse investimento, de R$ 1,5 milhão por ano, além de ter ganhos de comunicação e engajamento interno por ter equipes reduzidas”, concluiu.

As obras continuam em andamento no terreno do CT do clube

Em seu site, a Confederação explica que a CBF Academy foi criada a partir das diretrizes da Fifa para a formação de treinadores, para atuação desde o nível iniciante (escolas de futebol) até equipes profissionais. Dessa forma, profissionais de Educação Física, ex-atletas e treinadores já inseridos no mercado têm a oportunidade de se qualificar e adquirir as Licenças de maneira gradual, com a garantia e chancela da CBF, Conmebol e Fifa. Além disso, a CBF Academy oferece cursos para profissionais de várias áreas ligadas ao futebol.

Texto: Jorge Luís Totti
Imagem: Jorge Luís Totti












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