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HOMENOTÍCIAS Memória Bicolor Ah! É Zé Augusto
26 de Fevereiro de 2014

Ah! É Zé Augusto

Quando se trata de José Augusto da Conceição tudo vem carregado de excessos. São 17 anos vestindo a mesma camisa de duas cores com valentia e raça incomum que fizeram do às vezes, folclórico atacante um exemplo de obstinação raramente visto pela Curuzu.

Em 1996, Zé chegou anônimo e foi ficando para levantar sete títulos estaduais (1998, 2001,2002, 2005, 2006,2009 e 2010), um Campeonato Brasileiro da Série B (2001), uma Copa Norte(2002), uma Copa dos Campeões (2002) e o Torneio Internacional do Suriname com o selo FIFA(2010). No total são 11 conquistas que credenciam o “Super Zé” ao posto de segundo maior campeão da história do Paysandu, igualando Luiz Gonzaga Lebrego (o lendário Quarenta “El Tigre”) e sendo superado apenas pelo mito Quarentinha, dono de 12 canecos em 18 anos vestindo azul e branco.  Além disso, pendurou as chuteiras ao final de 2012 e entrou, em definitivo, para a história do Paysandu como o seu sétimo maior artilheiro em todos os tempos com 112 gols anotados e ainda se constitui como o maior artilheiro bicolor do Século XXI com 90 gols marcados de 2000 a 2012.

O Zé Augusto, “Zé da Fiel”, “Zé da Galera”, “Zé Maluco”, “Terçado Voador”, homem de mil e uma denominações que sempre esteve muito distante de ser um craque, mas muito próximo de ser um ídolo. Ilogismos típicos da magia do futebol que, diga-se de passagem, é uma máxima na vitoriosa carreira do atacante maranhense, mas de coração paraense, ou melhor bicolor.

Muitas vezes desacreditado o pouco genial atacante tinha o dom cabalístico de surpreender, se viciando em ser decisivo nos momentos cruciais. O salvador, o redentor, o imprevisível, o cômico, tudo junto e misturado. “O Zé Maluco” que a galera faz ecoar das arquibancadas.

Há quem diga que o Zé é um misto de ídolo e xodó. Há quem diga que é só um ou só o outro, mas surpreendentemente alguém sempre diz alguma coisa. O Zé, aquele da Fiel, nunca passa despercebido. Maluco? Sim, maluco de amor pela camisa do Paysandu que ele aprendeu a defender como poucos. Poucos são aqueles que não vaiaram e aplaudiram o Zé na mesma partida, mas lá estava ele sempre desenhando tudo de forma dramática. Se não for dramático, não é do Zé Augusto.

Quantas doses de epinefrina a Fiel não tomou com os gols derradeiros do atacante oportunista que a encantou com o seu futebol engraçado, mas sua vontade inesgotável? Quantas taquicardias o Zé não causou? Quantas vezes as luzes não apagaram após seus gols nos acréscimos? O relógio parecia parar quando ele estava em campo.

Esse é o Zé, que não jogava bonito, mas que matava que calava que explodia, que estremecia. Inusitado, surreal. Tudo, mas absolutamente tudo, em relação ao Zé Augusto tem uma carga particular de intensidade.

Quantas vezes a Curuzu e o Mangueirão não foram o céu em que brilhou a estrela teimosa desse timbira? Quantos adversários não se renderam diante do grito ensurdecedor de: “AH! É ZÉ AUGUSTO!”?

" Jogar no Paysandu sempre foi motivo de orgulho. Para mim não tinha motivação melhor do que a nossa torcida e quando vestia esse manto para mim era como se fosse a última vez. Sempre procurava dar o meu melhor e quando parecia estar tudo perdido aparecia o Super Zé. Sempre falo que fui feito para vestir essa camisa". ( Zé Augusto).

Seja bem-vindo aos braços e ao coração da Fiel Bicolor, guerreiro! Esse é o teu lugar cativo.

Texto: Vincenzo Procópio/Edição: Fernando Torres
Imagem: Fernando Torres















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