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Nota oficial

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O Paysandu Sport Club lamenta profundamente que alguns torcedores tenham saído feridos do Banpará Curuzu, no último domingo (20), após o clássico Re-Pa. O clube já cobrou esclarecimentos e providências da Polícia Militar e analisa as imagens registradas pelo circuito de monitoramento interno do estádio.

O Paysandu ressalta que jamais medirá esforços para receber da melhor forma possível sua imensa e apayxonada torcida, que é o maior patrimônio do clube, e ontem novamente protagonizou um espetáculo lindo. Inclusive, o Paysandu agradece ao apoio dos mais de 15 mil bicolores que estiveram na Curuzu.

O clube também comunica que algumas pessoas foram identificadas e posteriormente detidas por arremessar objetos para o campo.

O Paysandu repudia as informações mentirosas repassadas pelo Clube do Remo à imprensa sobre a receptividade no Banpará Curuzu e informa que a delegação do rival recebeu toda a assistência necessária no estádio, conforme prevê o Regulamento Geral de Competições (RGC) da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), com vestiário bem estruturado, camarote reservado para dez pessoas da diretoria e cabine de imprensa.

Vale ressaltar que a realidade de ontem foi totalmente diferente do que ocorreu no clássico do ano passado, no Banpará Baenão, onde a direção bicolor ficou em um espaço improvisado, próximo de uma torcida organizada. Na época, a direção bicolor não veio a público reclamar por entender que o estádio do rival não oferece condições adequadas para receber o staff dos clubes visitantes.

O Paysandu também repudia o comportamento de alguns integrantes do rival, que provocaram a torcida bicolor ainda no gramado, como o diretor Dirson Neto, que incitou a violência ao bater no vidro e fazer gestos obscenos para o público. Já na saída do estádio, nas dependências internas, o preparador de goleiros Juninho mais uma vez se exaltou e iniciou uma discussão com funcionários do Paysandu. A segurança do clube interviu para proteger o patrimônio bicolor, mas sem agir com violência em momento algum.

O clube exige respeito e nunca irá tolerar esse tipo de atitude antidesportista e antiprofissional dentro das suas dependências.

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